Trabalho da fotógrafa Luara Monteiro propõe uma reflexão sobre as marcas, identidades e memórias de mulheres no Espírito Santo Maior órgão do corpo humano, a pele é nossa barreira protetora, nossa fronteira com o mundo externo. Viva e sensível, a pele é uma superfície receptora e em constante mutação, compõe a nossa identidade e possibilita trocas e intercâmbios entre o eu e o outro, entre o dentro e fora. No projeto Porografia a fotógrafa Luara Monteiro perseguiu esses sentidos dados à pele ao
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